EcoPapo

Espaço dedicado a comentar, debater, divulgar e trocar experiências sobre meio ambiente (ecologia, biologia marinha, educação ambiental, ecoturismo, gestão ambiental, consumo consciente, sustentabilidade, marketing verde, etc.).

Consumo Consciente

29 de novembro de 2007

A humanidade já consome 25% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem no atual patamar, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas Terra para atender nossas necessidades de água, energia e alimentos. Esta situação já é refletida, por exemplo, no acesso irregular à água de boa qualidade em várias partes do mundo, na poluição dos grandes centros urbanos e no aquecimento global.

Não é preciso dizer que esta situação pode dificultar a vida no planeta, inclusive da própria humanidade. A melhor maneira de mudar isso é a partir das escolhas de consumo. Todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como descartar o que não serve mais, o consumidor pode buscar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos, desta forma contribuindo com seu poder de consumo para construir um mundo melhor. Isso é Consumo Consciente. Em poucas palavras, é um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade.

O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade, maximizando as conseqüências positivas deste ato não só para si mesmo, mas também para as relações sociais, a economia e a natureza. O consumidor consciente também busca disseminar o conceito e a prática do consumo consciente, fazendo com que pequenos gestos realizados por um número muito grande de pessoas promovam grandes transformações.

O consumo consciente pode ser praticado no dia-a-dia, por meio de gestos simples que levem em conta os impactos da compra, uso ou descarte de produtos ou serviços, ou pela escolha das empresas da qual comprar, em função de seu compromisso com o desenvolvimento sócio-ambiental. Assim, o consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.

Pratique o consumo consciente e estimule sua família e amigos a fazer o mesmo.

Saiba mais em: http://www.akatu.net/

 

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Sustentabilidade na pauta da TV Cultura

Estreou ontem, 4ª feira, 28/11/2007, na TV Cultura, uma série de programas com foco na sustentabilidade. Esses 3 programas serão exibidos às quartas-feiras, a partir de 22h40.

1 - Balanço Social exibiu uma entrevista com Sérgio Risola, Gerente executivo do CIETEC (Centro Incubador de Empresas Tecnológicas); uma reportagem sobre a reciclagem total, em escala comercial, de lâmpadas fluorescentes; e uma matéria sobre a estreita relação da Basf, empresa situada em Guaratinguetá/SP, com a comunidade local.

2 - Ação Consciente apresentou um painel sobre o conceito de sustentabilidade e desenvolvimento sustentável e entrevista Mario Monzoni, coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas de São Paulo.

3 - No Planeta Cidade, Heródoto Barbeiro entrevistou Hélio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu: Outra Cidade, e Mara Luquet deu dicas de eletrodomésticos que consomem muita energia e formas para economizar no dia-a-dia. E numa reportagem de Adriana Couto, um apanhado sobre inovações tecnológicas.

Sobre os programas:

A Faixa Vida Sustentável, que reúne, de uma só vez, os programas Balanço Social, Ação Consciente e Planeta Cidade, todos ligados à questão da Sustentabilidade.

Com uma hora de duração e formato diferenciado, a faixa conta com cinco repórteres que, além das reportagens de rua, se revezam na apresentação e nas entrevistas feitas em estúdio. O jornalista Heródoto Barbeiro também marca presença, comandando o “Quadro de Personalidades”, que entrevista especialistas e representantes de organizações ligadas ao tema. Participam ainda os colunistas Washington Novaes, tratando, sobretudo, de questões ligadas a mudanças climáticas, e Mara Luquet, com abordagens sobre sustentabilidade em âmbito econômico.

O programa Balanço Social, que já integrava a grade da emissora, é focado nas ações de responsabilidade social das empresas; o recém-criado Ação Consciente destaca a questão da sustentabilidade ligada a ações climáticas, esclarecendo conceitos e formas de contribuição; e o Planeta Cidade, totalmente reformulado, mostra ações de sustentabilidade desenvolvidas pelas cidades, organizações e indivíduos em geral.

O objetivo desse combo de atrações, segundo Cynthia Ferrari, coordenadora de conteúdo, é dar aos telespectadores, subsídios que os levem à reflexão e a uma mudança de valores. “Falar de sustentabilidade não é algo sazonal. Esse assunto chegou para ficar e as pessoas precisam entender. Por isso, queremos levá-las a repensar seus conceitos e paradigmas e a entender o que é preciso fazer para sanar as necessidades da sociedade atual, sem comprometer os recursos imprescindíveis para o futuro. Queremos popularizar os conceitos de sustentabilidade, que tanto se fala, mas pouco se explica. A função da TV Cultura é essa, não somente educar, mas reeducar”.

A equipe da Faixa Vida Sustentável é formada pelos repórteres Andresa Boni, Carmen Souto, Adriana Couto, Claudia Piche e Ricardo Ferraz; pelos colunistas Washington Novaes e Mara Luquet; pelo jornalista Heródoto Barbeiro; pela coordenadora de conteúdo Cynthia Ferrari; e pelo editor chefe, Nelson Perez.

A INICIATIVA:

Essa nova atração faz parte do Tripé de Sustentabilidade, projeto desenvolvido e seguindo pela Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura, que consiste no desenvolvimento da Responsabilidade Social, Ambiental e Cultural em todos os âmbitos de atividade. Ainda dentro desse conceito, a TV Cultura lança mão, a partir deste mês, do pioneiro plano comercial de captação de recursos, desenvolvido junto a Fundação Seade, e que visa priorizar os quesitos sociais, ante o poder de consumo, na formatação dos valores de captação com espaços publicitários. Esse projeto substitui o usual IPC (Índice Potencial de Consumo), pelo IPRS (Índice Paulista de Responsabilidade Social).

Fonte: http://www.tvcultura.com.br/detalhe.aspx?id=540

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I Simpósio Nordestino de Mamíferos Aquáticos

Acontecerá em Recife, PE, de 10 a 14 de dezembro, o SINEMA - I Simpósio Nordestino de Mamíferos Aquáticos. As inscrições podem ser feitas até o dia 30/11/2007. Para mais informações, acesse o site do evento: http://www.ufpe.br/sinema/

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Consumo de carne x sustentabilidade

9 de novembro de 2007

Há 3 meses atrás, quando parei de comer carne, prometi a mim mesma que não ia virar uma pentelha que fica olhando pro prato dos outros com cara de reprovação e nem iria me privar de compromissos sociais por causa dessa mudança de hábito alimentar. E, realmente, assim, tem sido.

Dessa forma, sinto-me no direito e na obrigação de transcrever o texto abaixo - recebido do coordenador do Curso de Planejamento e Gestão Ambiental da Universidade Veiga de Almeida, Prof. Cezar Pires. Cada um que leia e reflita a respeito.

Uma coisa posso dizer, com toda a sinceridade: não tô sentindo a menor falta e fiz as pazes com a minha consciência. Só não tô plenamente feliz porque ainda não consegui resistir a alguns peixes e frutos do mar. Fora isso, parei geral! Nem miojo sabor carne eu como. E digo mais: a gente fica mais criativo com o que vai comer. Em churrascos, sempre tem um delicioso pãozinho de alho. Em cocktails, pastinhas de ricota, tomate seco…

Enfim, eu resolvi tentar e tô indo muito bem, obrigada. ;-)

Impactos ambientais da produção de carne

Pecuária e desmatamento; pesca industrial e colapso de espécies
oceânicas; aqüicultura e destruição de manguezais; suinocultura e poluição de lençóis freáticos; criação de animais para consumo humano e aquecimento global.

Essas e outras relações perigosas estão presentes no caderno "Impactos
ambientais do uso de animais para alimentação", produzido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Com o respaldo de fontes como FAO, ONU, WWF e IBGE, o caderno revela em que medida a produção industrial de carnes compromete a sustentabilidade em nosso planeta.

Para fazer o download gratuito do pdf, basta acessar
http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.php

Números presentes no caderno que ilustram o problema:

No Brasil, em média, um quilo de carne bovina é responsável por
10 mil metros quadrados de floresta desmatada. Os 75 milhões de hectares já transformados em pasto, só na Amazônia, representam uma área 50% superior a toda área agrícola do Brasil.

Uma vaca leiteira brasileira consome 90 litros de água por dia
(levamos em conta a água para asseio); enquanto um favelado de um país pobre tem acesso, em média, a 20 litros.

Uma fazenda com 5 mil bovinos produz a mesma quantidade de excrementos de uma cidade com 50 mil habitantes, com a diferença que, nas cidades, o esgoto é minimamente tratado e nas fazendas não.

Nos Estados Unidos, metade de toda a energia usada na agricultura é gasta apenas na criação de gado.

A criação de animais é responsável por 18% e 25% das emissões mundiais de dióxido de carbono e metano, respectivamente. Esses gases são os principais causadores do aquecimento global.

O camarão equivale a apenas 2% da pesca mundial, mas é responsável por 35% do desperdício total. O chamado "descarte" de peixes e outros organismos marinhos considerados "do tipo ou do tamanho errado" é de 27 milhões de toneladas anuais.

Até 2006, 29% das espécies de peixes e frutos do mar entraram em colapso. Isto é, o rendimento da pesca caiu mais de 90%.
50% dos cereais produzidos no mundo e 35% das capturas pesqueiras
alimentam animais criados nos paises do hemisfério Norte.

É possível alimentar 40 pessoas com os cereais normalmente usados
para gerar apenas 225 g de carne bovina.

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Reciclar é preciso

Nós, seres humanos, temos a estranha mania de achar que o lixo que jogamos fora todos os dias some misteriosamente, como que por passe de mágica. Na prática, isso não tem nada de verdadeiro. Tudo o que descartamos fica no planeta, ainda que longe dos nossos olhos. É a velha máxima: "lixo, no meu quintal, não". É necessário refletir e mudar nossa conduta.

O texto abaixo foi enviado pela minha amiga Tânia Pimenta e extraído da revista Bons Fluidos.  

O Que Será Que Será

A lata de refrigerante que você acabou de jogar fora pode virar matéria-prima na fabricação de uma bicicleta. E a garrafa do vinho de ontem pode se transformar em um frasco de perfume nas próximas semanas. Descubra aqui como isso é possível.

Texto: Luciana Fuoco

Há cinco anos, a relações-públicas Renata de Carvalho Natacci, 28 anos,
aderiu à coleta seletiva de lixo. A iniciativa contou com a ajuda da mãe e da irmã. “O que nos motivou foi a história do ‘vamos fazer a nossa parte’”, conta ela. Na prática, funciona assim: em diferentes sacos, elas separam vidro, metal, plástico, papel e lixo orgânico. O que será encaminhado para a reciclagem é lavado antes de ser descartado. Quando os sacos estão cheios, o material é colocado nas latas específicas para esse uso, no condomínio onde moram, em São Paulo. Uma cooperativa recolhe tudo. A ação da relações-públicas não se resume a sua casa. A idéia de reaproveitar foi levada para o escritório e, hoje, as folhas de papel são utilizadas dos dois lados por lá.

A atitude de Renata não tem nada de isolada. Atualmente, existe um grupo crescente de pessoas que adere à coleta seletiva de lixo. Prova disso é que o Brasil possui índices nesse quesito que estão à frente de muitos países europeus e dos Estados Unidos. Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem, somos um exemplo de reaproveitamento de muitos materiais. Reutilizamos 96,2% das latas de alumínio. Também lideramos a reciclagem de garrafas PET, com 47% de reúso. Esse número é superior ao da Alemanha e ao dos Estados Unidos.

Por que tudo isso? A ação de cada um pode, sim, fazer a diferença para diminuir o acúmulo de lixo nos aterros sanitários, reduzir a exploração do meio ambiente e muitos outros motivos que poderíamos citar. Mas existe uma razão, em especial, que não podemos esquecer. Reciclar, que significa dar novo uso a algo que já “morreu”, faz parte do ciclo da natureza – de vida e morte –, para gerar uma nova vida. Quando acumulamos garrafas plásticas, latas e embalagens de vidro em um aterro, quebramos esse movimento natural e acumulamos lixo, no sentido literal da palavra.

Aderir à reciclagem é, assim, fazer o ciclo da vida fluir.

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Economia de energia

Texto extraído do e-mail que a minha amiga Moema Dias me enviou. Esta lista de dicas veio do 2º Congresso Nacional de Jornalistas Ambientais, realizado em Porto Alegre e que eu adoraria ter ido, apesar de ser publicitária e não jornalista (nada contra!).

DICAS PRÁTICAS PARA NÓS ECONOMIZARMOS ENERGIA E PROTEGER O PLANETA

1) Coma menos carne vermelha A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros.

2) Não troque o seu celular.Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer Zé mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.

3) Compre um ventilador de teto Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

4) Use somente pilhas e baterias recarregáveis.É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

5) Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado. Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

6) Não deixe seus aparelhos em standby. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

7) Nunca é demais lembrar: recicle. Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

8) Reduza o uso de embalagens. Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria. (ESTA SERVE PARA OS COPOS DESCARTÁVEIS TAMBÉM)

9) Compre papel reciclado. Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas. (OU USE OS DOIS LADOS DO PAPEL)

10) Ande menos de carro. Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

11) Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro. Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

12) Mantenha seu carro regulado. Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.

13) Lave o carro a seco. Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

14) Use o telefone ou a Internet. A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

15) Voe menos, reúna-se por/ videoconferência/. Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.

16) Economize CDs e DVDs. CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos.
Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

17) Desligue o computador. Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

18) Considere trocar seu monitor. O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.

19) No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a
temperatura começa a ser mais amena.

20) No hotel, economize toalhas e lençóis. Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia? Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis, a não ser que você faça xixi na cama…

21) Participe de ações virtuais. A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!

22) Não peça comida para viagem Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

23) Frequente restaurantes naturais/orgânicos. Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.

24) Vá de escada. Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

25) Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes. Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses - e de todo o planeta –
sejam atendidos.

26) Divulgue essa lista! O planeta agradece!

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Simpósio em Ecologia na UFRJ

5 de novembro de 2007

Ecologia Antártica, Mudanças Climáticas e o Ano Polar internacional

Objetivos gerais:
- Discutir o desenvolvimento das pesquisas brasileiras na Antártica em Ecologia Terrestre e Marinha;

- Discutir efeitos das mudanças climáticas na Antártica e seus efeitos indiretos no Continente Americano, especialmente na região Sul do Brasil;

- Apresentar as atividades brasileiras previstas para o Ano Polar Internacional através de representantes do Programa Antártico Brasileiro e Secretaria Interministerial para os recursos do mar (SECIRM);

- Promover a troca de conhecimento entre alunos de Graduação, Pós-Graduação e profissionais dos principais Centros Universitários do País.

Local do Evento: Auditório Quinhentão
Centro de Ciências da Saúde, Bloco K - subsolo
Cidade Universitária, Ilha do Fundão - Rio de Janeiro, RJ

Mais informações: http://b200.nce.ufrj.br/ecoantartica/

 

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Palestra na Recicloteca

Palestra: Ciclo de Vida do Pneu e suas Aplicações Posteriores

Palestrante: Hilton Gonzaga (Gerente de Meio Ambiente da Michelin).

Conteúdo: Em 2006, a produção de pneus no Brasil chegou a 54 milhões. Deste total, cerca de 40% é destinado a reposição, o que nos leva a mais de 21 milhões de pneus descartados. De onde vem e para onde vão esses materiais?

A presente palestra abordará o ciclo de vida do pneu, incluindo a extração de matéria-prima, produção, consumo e descarte. Também serão abordados os processos de reutilização e reciclagem do produto, e a legislação vigente no país para este setor.

Data: 13 de novembro (terça-feira).
Horário: 19h às 21h

Entrada Franca

Obs: A Recicloteca vai arrecadar papéis usados (frente e verso) para a oficina de reciclagem artesanal de papel.

Conheça a Recicloteca: http://www.recicloteca.org.br/

Local / Informações / Inscrições:
Rua Paissandu, 362
Laranjeiras – Rio de Janeiro
Tel: 2551-6215 / 2552-6393
e-mail: consulta@recicloteca.org.br

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É hora de encarar a realidade

4 de novembro de 2007

Essa obra-prima gravada por Zé Ramalho (até onde eu consegui descobrir composta por João de Almeida Neto) é uma denúncia que nos faz refletir sobre até que ponto estamos simplesmente fechando os olhos para a realidade que nos é imposta. Precisamos arregaçar as mangas e começar a fazer valer nossos direitos. EU QUERO UM BRASIL JUSTO!

O Meu País

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem Deus é quem domina

Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram-se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis

Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo em comum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é, com certeza, o meu país

Uhm…
Uhm…

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde a escola não ensina
E hospital não dispõe de raios X
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é, com certeza, o meu país

Uhm…
Uhm…

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura

Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o Brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é, com certeza, o meu país.

Uhm…
Uhm…

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

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Solidariedade entre as aves

1 de novembro de 2007

João-de-barro dá lição de solidariedade em RS

O joão-de-barro tentou salvar um chupim na tarde de quarta-feira (31), em Porto Alegre. O pássaro ficou preso de cabeça para baixo em um poste de energia elétrica. O chupim batia as asas para se livrar o aprisionamento, e o joão-de-barro o alimentava.

Infelizmente, apesar do apoio, o chupim não resitiu e morreu durante o resgate. Moradores da região ainda tentaram chamar ajuda, mas não foi possível fazer mais nada.

Mais uma vez, os animais demonstram que são capazes de atitudes muito mais nobres que as de muitos humanos indignos que andam por aí.

 

Conteúdo retirado do link http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL166112-5598,00.html

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