EcoPapo

Espaço dedicado a comentar, debater, divulgar e trocar experiências sobre meio ambiente (ecologia, biologia marinha, educação ambiental, ecoturismo, gestão ambiental, consumo consciente, sustentabilidade, marketing verde, etc.).

The Day of Light

27 de fevereiro de 2008

O que é o THE DAY OF LIGHT?

Antes de tudo, é uma iniciativa de resgate da percepção do positivo.
É uma ação de conscientização do compromisso de cada um de nós em transformar a dureza do mundo moderno em novas possibilidades de comportamento, novas perspectivas de relacionamento e, principalmente, novas chances de se estabelecer uma cultura de paz fundamentada no direito que todos temos de ACREDITAR que tudo pode ser melhor e mais justo.

Esse “Dia da Luz” é uma vontade legítima de direcionar os olhares ao otimismo necessário para deixar de lado uma postura passiva e assumir a responsabilidade de participar mais ativamente da história que queremos contar.

O The Day of Light é um convite global para uma atitude mais participativa no processo cotidiano de construção do futuro.
É uma maneira de lembrar que podemos influenciar mais do que ser influenciados.

Quando falamos de luz, falamos de brilho, de lucidez. Quando falamos de luz, falamos de visibilidade, de foco.

O principal e mais eficiente fio condutor dessa luz de que precisamos tanto para multiplicar a esperança é, sem dúvida, o nosso desejo de voltar a enxergar as coisas boas que acontecem e andam camufladas pela corrupção, pela violência, pela intolerância, pelo desrespeito e pelas dores de uma vida cada vez mais acelerada e anestesiada.

A manifestação na prática

A nossa manifestação é simples e objetiva: queremos que pelo menos no dia 9 de março, milhares de pessoas sejam bombardeadas de otimismo ao comprarem os jornais.
Neste dia imprima sua vontade de mudança e mostre que notícia boa também vende.  Use uma camiseta branca ou com a logomarca do manifesto como forma de adesão e compre publicações que tragam, pelo menos, uma boa notícia em destaque em sua capa.

Na cidade do Rio de Janeiro, será realizada uma caminhada na orla de Copacabana, domingo, dia 9 de março, saindo do Posto 6 (em frente à rua Souza Lima), às 11h, em direção ao Leme.

Participe!

Ao marcar no calendário um dia de luz, queremos acender a esperança. Desejamos bons motivos para continuar sonhando com um amanhã mais próspero e esse nosso desejo PODE ser multiplicado nas páginas dos principais jornais do mundo.
Afinal a imprensa só nos oferece o que queremos ou parecemos querer consumir.

Otimismo sem alienação

Sabemos da importância da informação e não alimentamos um movimento fora de sintonia com a realidade.

Mas é indiscutível o fato de que somos "achatados" todos os dias por notícias muito negativas - algumas delas são realmente vitais para a formação de opinião, outras, servem ao espetáculo.

Queremos  equilíbrio.

Queremos voltar a perceber a nossa capacidade de interferir nesse processo de troca constante que é a relação com a mídia e seus canais. Porque é a mídia o maior meio propagador de idéias, positivas ou negativas. Precisamos reagir ao negativo, superar as síndromes urbanas, o medo, a prostração. Precisamos multiplicar luz.
Precisamos mudar a nossa atitude para fortalecer o otimismo e a esperança que nos fazem planejar e realizar. Precisamos proteger o nosso direito de sonhar com um mundo melhor.

        
A idéia do The Day of Light
é sensibilizar os veículos para
que, neste dia, dêem mais    
enfoque às notícias boas
em suas chamadas de capa.

A idéia do The Day of Light  é    
amplificar um desejo coletivo.
E acreditem,
notícia boa vende sim.

09 de março de 2008
AÇÃO GLOBALIZADA COM
DATA CERTA PRA COMEÇAR

O manifesto já está sendo difundido pelo mundo afora, através de ações de marketing viral, mas será no dia 09 março de 2008 que teremos a nossa primeira oportunidade de provar que o querer coletivo pode mesmo ser o começo de uma nova atitude.

A proposta inicial é simples e está ao alcance do cidadão comum: incentivar a mídia de massa a publicar matérias e colunas construtivas com o lado bom de seus editoriais.

A ação do dia 09 de março de 2008 é um livre manifesto de um desejo que acreditamos ser de todos e, para materializar este desejo, compraremos os jornais que trouxerem na capa pelo menos uma notícia boa em destaque.

Como aconteceu e quem está por trás
dessa idéia

O The Day of Light nasceu de uma idéia que um jovem empresário brasileiro resolveu compartilhar com amigos e amigos dos amigos.
O sonho comum virou o projeto coletivo de um comitê formado por designers, jornalistas, vídeo-grafistas, publicitários, artistas, tradutores e dj´s, a maioria, moradores do Rio de Janeiro.

Esse é um projeto totalmente voluntário, sem fins lucrativos, patrocínio ou qualquer vínculo político. Cada uma das pessoas envolvidas dedicou tempo e energia de suas rotinas já atribuladas para levar adiante essa idéia de um mundo melhor.

“percebi que muita gente quer o mesmo que eu. Assim fica mais fácil fazer acontecer. “
Fábio K. Guimarães
(Idealizador do projeto)

UMA BOA NOTÍCIA PODE ACENDER UMA NOVA ATITUDE.

http://www.thedayoflight.org/

 

Equipe Tdol:(sent. horário) Chris, Daniela, Hélène, Paula, Marcelo, Luciana, Helena, Fábio e Ângela.

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A SOPA DE LIXO NO PACÍFICO

21 de fevereiro de 2008

LUCIANA SGARBI - Revista Isto é de 13 de fevereiro de 2008.

Foi durante uma alegre competição de barco a vela que o oceanógrafo americano Charles Moore se deparou com algo trágico: um gigantesco depósito de lixo em pleno mar. "Fiquei impressionado, de repente estava no meio daquilo. Para onde eu olhava, via lixo", diz ele. A 500 milhas náuticas (cerca de 920 quilômetros) da costa da Califórnia, no oeste dos EUA, esse depósito estava e ainda está lá. A primeira e mais importante questão é saber como essa mancha se formou e cresceu. A primeira e mais importante resposta, impressionante e assustadora, é que a grande sujeira que muitas vezes se tenta esconder debaixo do imenso tapete de mar é fruto da falta de consciência ambiental - um dia ela aparece e bóia, um dia a atitude predatória vem à tona, ainda que seja em meio a uma tranqüila regata. "Toda vez que eu ia ao deque via coisas boiando. Como nós conseguimos sujar uma área tão enorme?", pergunta Moore. O especialista que passou anos em seu barco estudando essa área (do Havaí até quase o Japão) revela que a mancha tem mais de dez anos. E suas proporções são assustadoras: "Ali existem cerca de 100 milhões de toneladas de detritos." A formação desse megaentulho, apelidado pelos especialistas de "sopa plástica", é atribuída a dois fatores combinados: ação humana e ação da natureza. Os pesquisadores contabilizam que um quinto dos resíduos foi jogado de navios ou plataformas petrolíferas, e inclui itens como bolas de futebol, caiaques, sacolas plásticas e restos de naufrágios. O restante veio da terra. No mar, esse lixo flutuante acabou se agrupando por influência das correntes marítimas. E então ficou vagando.

Ironia do destino, Charles Moore era herdeiro de uma família que fez fortuna com a indústria do petróleo, e o plástico que compõe a tal "sopa" é feito justamente a partir de petróleo - demora aproximadamente 300 anos para se decompor. Hoje, Moore vendeu o seu negócio e se tornou um ativista ambiental, criando nos EUA a Fundação de Pesquisa Marítima Algalita. O diretor de pesquisa dessa fundação, o ativista ecológico Marcus Eriksen, relata a impressão que teve quando viu pela primeira vez a imensa lixeira: "Parece uma ilha de lixo plástico sobre a qual se pode andar. É uma sopa de plástico, uma coisa sem fim que ocupa uma área que pode corresponder a até duas vezes o tamanho dos EUA." Pode ser que os milhões de toneladas tenham passado despercebidos pelas autoridades ambientais e sua tecnologia - translúcida, a mancha flutua rente à linha da água e, por isso, pode ser imperceptível aos satélites. Mas, de acordo com o Programa Ambiental da ONU, detritos de plástico constituem 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos. Estima-se que 46 mil peças de plástico provoquem anualmente a morte de mais de um milhão de aves e de outros 100 mil mamíferos marinhos. Seringas, isqueiros e escovas já foram encontrados no estômago desses animais depois de mortos.

A gravidade do problema soou como um alarme aos ouvidos de especialistas de todo o mundo. O oceanógrafo David Karl, da Universidade do Havaí, pretende coordenar uma expedição para estudar o problema ainda este ano, pois acredita que esse lixo no Pacífico já formou um novo habitat marinho. Tão cedo, porém, essa situação não será resolvida. A área, conhecida como "giro Pacífico norte", é um local onde o oceano é calmo devido aos poucos ventos e aos sistemas de pressão extremamente altos. Essas condições naturais estariam "segurando a sujeira". "Da mesma forma que ela está presa naquele redemoinho, a sociedade está presa a maus costumes", diz Moore. E com razão: até pesquisadores da Agência Espacial Americana (Nasa) e de agências russas estão acostumados a despejar toneladas de resíduos de suas espaçonaves no oceano Pacífico. A nave russa Progress M-59, por exemplo, teve seus fragmentos carbonizados e lançados ao mar - uma tonelada de lixo. Em forma de chuva de metal incandescente, os destroços caíram em uma zona entre a Oceania e as Américas (a mesma região da sopa) e, assim, o caldo de trambolhos e quinquilharias foi ganhando proporções cada vez maiores.

A fiscalização para evitar agressões ao meio ambiente em geral costuma ser fraca, e mais inoperante ainda é a fiscalização que deveria proteger o ambiente marinho - a absurda sopa de lixo no Pacífico comprova esse fato. Convenções internacionais determinam que todas as embarcações devem manter em recipientes adequados os seus resíduos produzidos a bordo, sendo proibido (e passível de multa) o seu descarte no mar - a Marinha brasileira estabelece punições pecuniárias que vão de R$ 7 mil a R$ 50 milhões. Uma vez boiando nos oceanos, no entanto, esses resíduos passam a ser sujeira sem dono - como ponta de cigarro na rua. Ainda que se saiba a sua procedência, é impossível responsabilizar culpados. Por isso a fiscalização é teórica e ineficaz, por isso formam-se lixões como o do Pacífico, por isso a humanidade, feito suicida, emporcalha aquilo que é a principal condição biológica para a sua sobrevivência - a água.

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Consciência

20 de fevereiro de 2008

"Os cidadãos não poderiam dormir tranqüilos se soubessem como são feitas as salsichas e as leis."

Otto von Bismarck, ex-chanceler alemão

Recicle o coco verde!

19 de fevereiro de 2008

Reciclando o coco e preservando o xaxim

Cada vez mais buscamos levar o verde para dentro de nossas casas. É muito comum adquirirmos bromélias e orquídeas dentre os adornos mais belos e cobiçados. No entanto, na intenção de compormos um ambiente integrado à natureza, fazemos uso predatório de uma outra planta, o xaxim.

O xaxim que conhecemos é um conjunto de pequenas raízes emparelhadas formando um pedaço de "tronco" que pode ser comercializado no formato de vasos, placas ou estar desfibrado (o chamado "pó de xaxim").

De onde vem o xaxim

O xaxim (Dicksonia sellowiana), ou samambaia-açu, é uma samambaia que se assemelha a uma palmeira. Típica da Mata Atlântica, é considerada um verdadeiro fóssil vivo, existindo desde a pré-história. Outrora abundante na Serra do Mar desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, encontra-se ameaçada de extinção devido à sua extração indiscriminada.

Esta samambaia leva entre 50 e 100 anos para atingir um metro e hoje os espécimes com valor comercial estão localizados apenas em alguns trechos do estado de Santa Catarina.

A comercialização ilegal

Desde 24 de maio de 2001, o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), criou a resolução n. 278, que determina em seu Artigo 1 a proibição do corte e exploração dessa espécie ameaçada de extinção em populações naturais do bioma Mata Atlântica.

É comum encontrarmos até em grandes redes de supermercado vasos, placas, "palitos" e "pó" feitos de xaxim, sem que os comerciantes e consumidores se dêem conta de que desta forma estão estimulando um dano ambiental, além de cometerem um ato ilegal.

Alternativa com duplo efeito

Há três anos, está em atividade no Rio de Janeiro o projeto Coco Verde, que vem agregar duas ações importantes: a substituição do xaxim e a diminuição de resíduos do consumo da água de coco verde.

A empresa Coco Verde fornece coco a pontos de venda por toda a cidade. Após o consumo, a empresa coleta as cascas e as encaminha à reciclagem, resultando numa boa gama de artefatos, como vasos, placas, palitos, material de decoração, placas acústicas e térmicas.

A outra vantagem do projeto é a redução do grande volume de resíduos que precisaria ser destinado aos vazadouros da cidade. O consumo de coco vem aumentando no país: só na cidade do Rio de Janeiro foi constatado um consumo diário médio (inverno/verão) de 420 mil cocos. Se cada coco gera 1,5 kg de lixo, isso corresponde a 630 toneladas/dia.

Para informações mais detalhadas, visite www.cocoverderj.com.br

Fonte: www.recicloteca.org.br

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Reciclagem de celular

18 de fevereiro de 2008

Seu celular usado pode ajudar a preservar o planeta e a contribuir para a inclusão social.

Ter um celular já faz parte do dia a dia da grande maioria dos brasileiros. Ele encurta distâncias, aproxima e conecta pessoas, além de facilitar o acesso à informação e a serviços fundamentais. Por isso, o ato de comprar um celular, escolher e identificar as novidades de cada modelo é tão familiar a todos nós. Mas será que você sabe o que fazer com aquele celular que já não usa mais? 

A Vivo criou o programa Recicle seu Celular, que visa fomentar o descarte consciente do celular, bateria e acessórios, evitando a poluição dos solos e das águas.

Ao depositar seu celular nas urnas disponíveis em lojas próprias da Vivo*, você contribui diretamente para a sustentabilidade do Planeta e para a inclusão social das pessoas com deficiência visual. Isso por que cada item coletado, uma doação é feita à Audioteca Sal & Luz, que distribui livros acessíveis às pessoas com deficiência visual.

Até setembro de 2007, 27.180 aparelhos e acessórios foram encaminhados para reciclagem e 4.215 para recuperação e reutilização, gerando mais de R$ 14.000,00 para doação.

Faça sua parte! Traga seu celular usado, de qualquer modelo ou operadora, para a loja da Vivo participante mais próxima da você*. O seu gesto fará a diferença no futuro do nosso planeta.

*O programa está presente nos Estados de SP, RJ, ES, RS, SC, SE, GO e DF, e será expandido para o resto do Brasil em breve.
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Para participar é simples, basta uma atitude consciente!
Identifique aparelhos, acessórios e baterias de celular que não tenham mais utilidade para você. Para realizar a doação, dirija-se às lojas próprias da Vivo alcançadas pelo projeto, onde encontrará uma urna de coleta de celular, baterias e acessórios.

Antes de depositar o aparelho usado na urna, verifique se está desligado. Preencha e assine duas vias do termo de doação, que fica exposto na própria urna. Uma via fica com o doador e a outra deve ser depositada na urna com o aparelho, baterias ou acessórios.
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Raio-X do celular:

O celular é composto por baterias, componentes eletrônicos (placa eletrônica impressa, tela LCD, câmara e lentes), acessórios (fones de ouvido, bluetooth, carregadores etc.) e capa plástica.
Baterias: Composta pelos metais lítio, plástico, cobre, níquel, estanho, ouro e silício.
Tela de LCD: Formada por areia de sílica, óxido de estanho e índio, plástico, nitreto de índio-gálio, cobre, prata e substância fosforescente de granada de ítrio-alumínio dopado com cério (iluminação da tela);
Câmara e lentes: Silício, cobre, níquel, ouro e plástico;
Capa plástica: Policarbonato ABS (acribonitrilo butadieno estireno) e plástico (derivado de petróleo).

A reciclagem
As baterias e os aparelhos sucateados são encaminhados para a empresa Umicore, onde os metais preciosos passam por um processo de recuperação por refino. Os metais recuperados são utilizados para a fabricação de novas baterias e celulares.

Dessa forma, a reciclagem reduz a quantidade de metais extraídos da natureza, e contribui para o desenvolvimento sustentável do planeta. As capas e demais itens plásticos presentes no celular são utilizados como fonte de combustível alternativo durante o processo de refino.

Os aparelhos considerados reaproveitáveis são recuperados pela empresa Recellular e vendidos em outros países. Já os acessórios são encaminhados à empresa Intermerican, onde são 100% reciclados.
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LOJAS PARTICIPANTES (VIVO - no estado do Rio)
Angra dos Reis - Rua do Comércio, 127
Araruama - Av. Araruama, n.º 163, loja 01
Cabo Frio - Pça. Porto Rocha, 74
Campos dos Goytacazes - Rua Rui Barbosa, 1101, lojas 17/20 A, B e C, Campos Shopping
Campos dos Goytacazes - Av. Pelinca, 116 - lojas 36 e 37
Duque de Caxias - Rua Manuel Correia, 22
São João de Meriti - Estrada Municipal São João de Meriti, 111- Loja 220 - 2º Piso -
Shopping Grande Rio
Itaperuna - Av. Cardoso Moreira, 193, loja A
Macaé - Av. Rui Barbosa, nº 359
Nova Friburgo - Pça. Presidente Getúlio Vargas, 139 - Lojas 123, 124, 125 e 132
Petrópolis - Rua Imperador, 737
Resende - Rua Alfredo Whately, lojas 90/94
São Gonçalo - Av. São Gonçalo, 100, lojas 280, 281 e 282
Teresópolis - Av. Delfim Moreira, 244
Nova Iguaçu - Av. Governador Roberto da Silveira n.º 540, 1º piso, Lojas 136 e 137
Volta Redonda - Rua Doze, 300 - Lj. 106 e 107 - Sider Shopping

Retirado do site: http://www.vivo.com.br/portal/institucional_sustentabilidade_reci.php?WT.ac=Home.Menu_Superior.Home_Institucional

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